Peço perdão aos quase 5 leitores deste blog pela falta de atualização do mesmo. Realmente, não ando tendo muito tempo e o que me sobra, gasto no cinema, lendo gibi ou algum livro dos que comecei ("Manual do Roteiro", de Syd Field, "Story", de Robert McKee, e "Ensaio Sobre a Cegueira", Saramago).
Acredito que os outros francos colaboradores andam ocupados com as mesmas coisas (estudos, Oficina de Cinema e trabalho), então pelo desculpa por eles também.
A Oficina de Cinema anda muito bem, obrigado. Enfim, a aula de fotografia dada pela galera da Mnemocine está com a data marcada para o dia 29 de junho. Sem falta, sem chorumelas. O dinheiro chegará até lá (we really hope so!).
Alguns feriados e festas da ONG, como a junina do último final de semana, "atrapalharam" o ritmo da criançada, mas recuperaremos antes das aulas de fotografia, nosso maior momento desde o começo da Oficina.
Posteriormente, deveremos escrever sobre a citada festa junina. Os dois dias renderam, e ainda há de render, muitas boas histórias.
Ah, "Ensinando a Viver", com John Cusack, que está ainda em cartaz, é bem fofo. Nada novo, mas bem fofo, graças, claro, ao Cusack e ao pentelho "vindo de marte".
Uma boa semana a todos!
9 de junho de 2008
Fotografia chegando e um pedido de desculpas
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Fagner Franco
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20 de maio de 2008
Sobre Sexo Seguro e Improvisos
Discutido de diversas maneiras há décadas - com mais ênfase, a partir dos anos 90 - o sexo sem proteção ainda é um problema no Brasil e no mundo. Mesmo sendo um dos mais "batidos" temas a se tratar com os jovens e adolescentes, é absurdo o número de casos de gravidez, aborto e DST entre estas faixas. Isso é ainda mais freqüente entre os adolescentes das periferias das cidades pelo país.
Há alguns dias, em uma visita ao Instituto Criar (patrocinada pelo Luciano Huck), localizada na Barra Funda, zona Oeste de São Paulo, Thais Guin e Mauro Catanzaro falaram com Fernanda Vidigal, coordenadora pedagógica do projeto. Como estamos no início, toda e qualquer dica vindas de pessoas experientes é mais do que bem vinda. Entre muitos outros assuntos importantes tocados naquela visita, um em destaque foi o uso da PROPAGANDA como meio de entender princípios de Roteiro, além de noção de direção, direção de arte e outros detalhes do vídeo. Pensando nisso e misturando o útil ao necessário, Mauro e Thais levantaram a discussão de usar uma campanha sobre sexo seguro, como aquelas que a TV apresenta em época de carnaval.
Com o apoio dos presentes, entre voluntários e coordenação da Oficina, começamos a pensar na realização daquela idéia. Coincidentemente, alguns amigos haviam feito como trabalho de faculdade uma peça sobre o assunto Sexo. Depois de algumas tentativas de contato com os realizadores da tal peça e problemas de agenda com o grupo, acabamos apelando para improvisação. Usando alguns que participaram da apresentação e outros que tinham apenas assistido, Priscila, nova voluntária no projeto, com a ajuda de outros antigos voluntários correram atrás da nova versão da peça.
Essa era a parte divertida do sábado. Faltava, portanto, a parte séria, a parte “chata” da coisa. Pensamos no óbvio, a boa e velha palestra. Aproveitando estar em uma universidade que tem um curso na área da saúde, procuramos entre professores alguém disponível para a tarefa de mostrar com seriedade o tema. Infelizmente, o tempo era curto (três dias) e não conseguimos ninguém que estivesse disponível para sábado, dia 18.
Num exercício de improviso - ausência de atores da peça e “quase-formadas” fazendo a parte da palestra - a coisa aconteceu (no mínimo, quase) como gostaríamos. Como é regra em todas as atividades de sábado começar com a meditação, dessa vez não foi diferente. Começamos com uma história contada pela Marina Catanzaro, seguida de uma oração, feita pelo que vos escreve, e uma introdução da atividade do dia, apresentada pela Thais.
As performances de Mauro, Tinho, Flavinha e Priscila, interpretando, respectivamente, uma prevenida garota tímida, outra mais saidinha, um “pegador” e o amigo conselheiro, foram hilárias e arrancaram gargalhadas dos visitantes, alunos e voluntários. Com destaque para a frase “esse cabelo não sai da minha boca”, improvisada pelo Mauro e a interpretação caricata de uma "quase-prostituta" de Tinho. Mostraram a história de um inconseqüente e promíscuo garoto que se vê em confusão ao engravidar uma de suas parceiras.
As alunas Luciara e Nancy do último semestre de Enfermagem da UNASP gentilmente se dispuseram a apresentar os perigos do sexo sem proteção. Mostraram as principais doenças sexualmente transmitidas, este com fortes ilustrações, uma apresentação multimídia e até uma polêmica mini-aula sobre como colocar a camisinha, usando uma banana. As alunas aproveitaram para abrir um espaço para perguntas e, com a ajuda da Thais, finalizaram o programa aconselhando sobre a melhor das prevenções contra DSTs, abortos e gravidez não programada: o sexo somente após o casamento.
Ao fim do dia, explicamos como seriam as próximas atividades na Oficina. Alguns vídeos de propaganda da TV, baixados da Internet e alguns exemplos de campanha a favor do sexo seguro foram apresentados pela Thais. O desafio estava lançado. Os quatro grupos apresentarão, até o fim do semestre, uma campanha completa, com direito a propaganda em vídeo, onde, seguindo os conselhos de Fernanda Vidigal, aprenderão os princípios básicos de roteiro e direção.
O nosso agradecimento às professoras Luciara e Nancy, aos atores Tinho, Flavinha e Priscila, à importante visita do Endomarketing da Sonae Sierra Brasil, nas pessoas da Lídia e Arlete e a TODOS os voluntários e visitantes presentes que ajudaram - em especial a minha linda mãe, visitando o projeto pela primeira vez. Incluo na lista de agradecimentos todos os membros da coordenação que vêm desde o começo do semestre passado se virando como podem, entre reuniões e discussões, disponibilizando tempo (inclusive madrugadas em pleno fim de semana), paciência e dinheiro do próprio bolso para este projeto.
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Fagner Franco
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4:47:00 PM
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28 de abril de 2008
12 de abril, primeira aula de Teatro
Depois de algumas semanas sem postar aqui no blog (cabe aqui um "desculpa!"), vou relembrar, para respeitar a intenção do “diário” da OC, um dos dias mais empolgantes para as crianças da Oficina: a primeira aula de TEATRO.
(A correria para postar é porque ainda estarmos correndo atrás de patrocínios e boa parte do nosso tempo de sobra está sendo designada para isso.
Claro que já tivemos aulas amadoras de teatro. Inclusive, vale lembrar que apresentamos na Sede uma peça para os voluntários, no semestre passado. Mas dessa vez foi diferente. Professor de Teatro no CEU Campo Limpo, Ricardo (estudante da USP) soube prender a atenção da criançada com sua informalidade e naturalidade com o assunto que mais chama a atenção das crianças. Mostrou total domínio do assunto e fez alguns ali que nunca tinham se soltado, perder um pouco da vergonha de falar em público. Aproveitou também para realizar algumas dinâmicas de integração.
Na verdade, o dia (há quase três semanas) era apenas uma amostra grátis para as aulas que teríamos durante a semana. Agora, com horário fixo (quinta à tarde), os alunos ainda não estão comparecendo em sua maioria, por motivos diversos. Alguns são babás de outras crianças, outros dos próprios irmão, alguns trabalham e outros ainda não estão no clima. Ainda faltando, portanto, aquele problema de comprometimento. Mas já estamos tomando as devidas providências e acreditamos que uma integração dos voluntários com as famílias das crianças fará uma importante diferença.

É um grande passo para a OC por ser algo mais específico e mais prático, mais palpável e de resultado quase instantâneo. Estamos ainda aguardando por recursos para financiar essa etapa final do semestre, que termina ao fim de junho. Pegando, provavelmente, um pouquinho de julho.
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Fagner Franco
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4:33:00 PM
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11 de abril de 2008
Nos embalos de Syd Field..
No dia em que o cinema perdeu um de seus maiores personagens, o ator americano Charlton Heston, mais conhecido como “Ben Hur”, nossa oficina começava a criar seu primeiro de forma estruturada e mais complexa. Enquanto uns nascem e outros se despedem, a Oficina de Cinema do Projeto Vida Nova se esforça cada vez mais para transformar as crianças do Jd. Amália em personagens de sucesso de sua própria história.
A idéia de trabalhar com criação e conhecimento de personagens tomou forma em uma reunião realizada na casa do Mauro (“O Labirinto do Fauno”), onde estavam presentes Marina (“Na Natureza Selvagem”), Samuel (“Scanners”) e Thais (“O Plano Perfeito”). O tema, no entanto, já havia sido discutido em reuniões passadas e foi sobre um pré-cronograma montado por Fagner (“Billy Elliot”), que surgiu a tarefa para este sábado.Após a tímida oração inicial do Jackson, as crianças foram divididas em grupos de 4 participantes, identificados com fitas coloridas de cetim. Foi passado, então, um trecho do filme “Desafiando Gigantes” (EUA, 2006), no qual foi possível conhecer uma parte do personagem principal “Grant Taylor”. Aplicando as técnicas que o roteirista Syd Field apresenta em seu livro “Manual do Roteiro”, orientamos as crianças a criarem a “vida interior” do personagem, ou seja, todos os dados e acontecimentos principais de sua vida, desde seu nascimento até o momento mostrado no filme.
A criatividade e o livre fluxo de idéias foram incentivados, entretanto, elaboramos algumas questões que, obrigatoriamente, deveriam ser respondidas para que a técnica do exercício não fosse perdida na proposta. Entre elas:- Qual a idade dele no momento em que o filme começa?
- Onde ele vive, que cidade, país?
- Onde nasceu?
- É filho único, tem irmãos?
- Como foi a infância dele, feliz, triste?
- Ele tinha pai e mãe, qual era o relacionamento com eles, eram pais rígidos, amorosos, ausentes?
- Que tipo de criança ele era, introvertida, extrovertida, nerd, popular, etc?
- Estudou ou não? Fez faculdade ou não?
- Se casou, é solteiro, viúvo, divorciado, possui um grande amor, um amor proibido, etc.?
- Qual sua profissão?
O resultado da atividade foi surpreendente e divertido. As histórias, lidas à frente timidamente por uns e contadas com entusiasmo por outros, tomaram rumos trágicos, cômicos e, até mesmo, espelhados na própria realidade em que vivem. Foi o que pudemos perceber quando uma das crianças narrou que, quando os pais de Grant brigavam, a mãe dele batia no pai com uma panela. Todos começaram a rir, pois um episódio idêntico havia acontecido na favela com os pais de um dos integrantes da Oficina. Foi possível perceber, também, a dificuldade com que esses pré-adolescentes enfrentaram a infância, visto que nenhuma relatou esse período de modo feliz ou fácil.As histórias criadas foram guardadas para que eles possam dar continuidade na próxima semana, abordando, no entanto, a “vida exterior” do personagem, que se caracteriza como o período de vida que se pode ver ao longo do filme.
Apesar do dia chuvoso, do desgaste com algumas crianças e da busca estressante por uma TV reserva (cedida gentilmente pelo Kelvin Bahia), o último sábado foi um dia gratificante, pois pudemos perceber visivelmente alguns resultados dos esforços empregados, como aumento da vontade, disciplina e criatividade nas crianças do Jd. Amália.
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Thais Guin
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9:59:00 AM
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3 de abril de 2008
CineSesc dá aos paulistanos mais uma chance...
(...fugindo um pouco da Oficina, mas ainda no cinema...)
O blog da Folha "Ilustrada no Cinema" postou na última quarta-feira que o CineSesc, uma das melhores salas da capital paulista (digo isso, quanto à programação, não ao ambiente), irá exibir os melhores filmes que passaram pelos cinemas no ano passado.
Essa é a grande chance de assistir àquele filme que você, por algum motivo, não pôde conferir nas telonas quando estava em cartaz. O legal é a presença de longas que já chegaram nas locadoras, ou seja, fitas que estrearam no primeiro semestre (vide "Zodíaco") ou no segundo, como o brasileiro aclamado "Tropa de Elite", você poderá (re) ver. Falando em nacionais, outros brazucas estarão presentes, como "Querô", "A Casa de Alice", "Não Por Acaso" (com Rodrigo Santoro) e os excelentes "O Cheiro do Ralo" (com Selton Mello) e "Cão sem Dono" de Beto Brant.
Outro ponto positivo na seleção é a exibição de filmes que não receberam a merecida atenção quando em cartaz, como o francês "Piaf - Um Hino ao Amor", vencedor do Oscar de Melhor Atriz para Marrion Cotillard nesse ano, o alemão "A Vida dos Outros", vencedor do Oscar do ano passado de Melhor Filme Estrangeiro e o subestimado "O Assassinato de Jesse James pelo Covarde Robert Ford", com o galã Brad Pitt.
Até os diretores "difíceis" estarão lá. É o caso de Lars Von Trier e David Lynch, respectivamente, com "O Grande Chefe" e "Império dos Sonhos". É certo que ainda não dá pra entender a presença do razoável blockbuster "Piratas do Caribe - No Fim do Mundo", que recebeu atenção até demais dos cinemas nacionais, mas isso é nada perto da boa seleção feita por público e críticos. Vale a pena conferir, mesmo aqueles que já estão em DVD.
O festival acontece entre os dias 8 e 24 de abril, no CineSesc.
Endereço: R. Augusta, 2.075
Telefone: 3087-0500
Ingressos a R$ 6
Segue abaixo, a programação completa, copiada do blog da Folha.
8 de abril – terça-feira
14h30 - "Batismo de Sangue", de Helvécio Ratton
16h30 - "Mais Estranho que a Ficção", de Marc Forster
19h - "A Rainha", de Stephen Frears
21h - "O Passado", de Hector Babenco
9 de abril – quarta-feira
14h30 - "Noel, Poeta da Vila", de Ricardo van Steen
16h30 - "Novo Mundo", de Emanuele Crialese
19h - "O Grande Chefe", de Lars Von Trier
21h - "Piaf, Um Hino ao Amor", de Olivier Dahan
10 de abril – quinta-feira
14h30 - "Cão Sem Dono", de Beto Brant
16h30 - "Babel", de Alejandro González Iñarritu
19h - "Em Paris", de Christophe Honoré
21h - "O Assassinato de Jesse James pelo Covarde Robert Ford", de Andrew Dominik
11 de abril – sexta-feira
14h30 - "Notas sobre Um Escândalo", de Richard Eyre
16h30 - "O Cheiro do Ralo", de Heitor Dhalia
19h - "A Via Láctea", de Lina Chamie
21h - "Império dos Sonhos", de David Lynch
12 de abril – sábado
14h30 - "Baixio das Bestas", de Claudio Assis
16h30 - "Babel", de Alejandro González Iñarritu
19h - "Jogo de Cena", de Eduardo Coutinho
21h - "A Vida dos Outros", de Florian Henckel von Donnersmarck
13 de abril – domingo
14h30 - "A Casa de Alice", de Chico Teixeira
16h30 - "Em Busca da Vida", de Jia Zhang-ke
19h - "Maria", de Abel Ferrara
21h - "Tropa de Elite", de José Padilha
14 de abril – segunda-feira
14h30 - "A Culpa é do Fidel", de Julie Gavras
16h30 - "À Procura da Felicidade", de Gabriele Muccino
19h - "O Violino", de Francisco Vargas
21h - "O Sobrevivente", de Werner Herzog
15 de abril – terça-feira
14h30 - "Não por Acaso", de Philippe Barcinski
16h30 - "Conduta de Risco", de Tony Gilroy
19h - "Vermelho como o Céu", de Cristiano Bortone
21h - "Zodíaco", de David Fincher
16 de abril – quarta-feira
14h30 - "A Comédia do Poder", de Claude Chabrol
16h30 - "Cartas de Iwo Jima", de Clint Eastwood
19h - "A Casa de Alice", de Chico Teixeira
21h - "O Passado", de Hector Babenco
17 de abril – quinta-feira
14h30 - "Saneamento Básico", de Jorge Furtado
16h30 - "Medos Privados em Lugares Públicos", de Alain Resnais
19h - "Viagem a Darjeeling", de Wes Anderson
21h - "Piratas do Caribe – No Fim do Mundo", de Gore Verbinski
18 de abril – sexta-feira
14h30 - "Proibido Proibir", de Jorge Duran
16h30 - "Pecados Íntimos", de Todd Field
19h - "Querô", de Carlos Cortez
21h - "Tropa de Elite", de José Padilha
19 de abril – sábado
14h30 - "A Via Láctea", de Lina Chamie
16h30 - "Piaf, Um Hino ao Amor", de Olivier Dahan
19h - "Santiago", de João Moreira Salles
21h - "Uma Mulher Sob Influência", de John Cassavetes
20 de abril – domingo
11h - "As aventuras de Azur e Asmar", de Michel Ocelot
14h30 - "Jogo de Cena", de Eduardo Coutinho
16h30 - "A Vida dos Outros", de Florian Henckel von Donnersmarck
19h - "O Preço da Coragem", de Michael Winterbottom
21h - "No Vale das Sombras", de Paul Haggis
21 de abril – segunda-feira
11h - "Ratatoiulle", de Brad Bird
14h30 - "Em Busca da Vida", de Jia Zhang-ke
16h30 - "Ratatoiulle", de Brad Bird
19h - "Cartola", de Lírio Ferreirra
21h - "Lady Chatterley", de Pascale Ferran
22 de abril – terça-feira
14h30 - "Possuídos", de William Friedkin
16h30 - "O Amor nos Tempos do Cólera", de Mike Newell
19h - "O Engenho de Zé Lins", de Vladimir Carvalho
21h - "O Último Rei da Escócia", de Kevin Macdonald
23 de abril – quarta-feira
14h30 - "Mutum", de Sandra Kogut
16h30 - "A Vida dos Outros", de Florian Henckel von Donnersmarck
19h - "Encontro com Milton Santos ou o Mundo Global Visto do Lado de Cá", de Silvio Tendler
21h - "O Hospedeiro", de Joon-ho Bong
24 de abril – quinta-feira
14h30 - "500 Almas", de Joel Pizzini
16h30 - "A Leste de Bucareste", de Corneliu Porumboiu
19h - "Carreiras", de Domingos de Oliveira
21h - "Em Busca da Vida", de Jia Zhang-ke
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Fagner Franco
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